quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Alvorada



Era um novo dia, um outro dia, um dia de alvorada. Sol que nascia, sem saber o que viria, o que veria, o que viveria. Outrossim, outro não. Nuvens compostas marchavam em prol da vanguarda de trabalhadores hesitantes. Marcas de sono perpetuavam os primeiros cumprimentos, e todos, todos eles saudavam a alvorada. Morada de colibris. 

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