terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Hey You!



  Sabemos que ninguém possui um manual instrucional, porém cada um vem com certos dizeres e atenções especiais que, se a pessoa em questão, temer-se em perder alguém, algo ou oportunidade ela demonstrará desde o começo sua real intenção e seus avisos. Contudo há de se observar que nem todo aviso mencionado pelo próprio é seguido de forma instituída, remete-se então as condições gerais da teoria de relacionamento obtuso.
 Os gostos e desgostos devem ser respeitados e se se tratando de personalísticos traços por quê seria diferente? Toma então o conselho como verdade e busca fazer diferente da próxima vez que for dado-lhe uma proposta similar e tenta, logo de início, acertar os fatos condizentes com a perspectiva.


[fazendo]

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Não Jogue Amor Na Rua.



 Acordo sempre com a indiferença no olhar,
 Com pensamentos inconstantes,
 E antes de abrir os olhos eu rezo, para o dia mudar,
 Esperando sempre ouvir um "bom dia" sussurrado,
 Mesmo que eu não faça tudo aquilo que digo,
 Digo tudo o que posso, pois assim chegarei a completar,
 Não tenha isso como banalidade, exagero, vazio...
 Queria poder esquecer de você,
 Mas lembro de ti toda hora,
 Desafios, propostas, promessas, um sorriso...

 Agora que tudo se trancou posso levantar,
 A hora é agora, hora de você olhar para mim,
 Em frente ao espelho replicante eu pergunto,
 Quem sabe agora você perceba?
 Você me veja como realmente sou,
 Um rabisco, um borrão, um alguém perdido,
 Esse sou eu,
 Quem nunca vai te dar o mundo que a ti pertece,
 O incrível universo que vejo dentro do teu sorriso,
 O arrepio da pele que o dedo percorre em brincadeira,
 Pensamentos meus que talvez você nem queira ouvir,
 Mas vários universos criados para chegar ao teu,

 Hora de continuar a arrumação da vida,
 Trocar as roupas de sentimentos e seguir para a realidade,
 Em meio a tantas ruas, há várias pessoas,
 Oferecendo tudo o que possa imaginar,
 Incluse um amor para recordar,
 Mas quando terminar de usá-lo,
 Não jogue na rua,
 Não jogue o amor na rua,
 O amor ao relento morre,
 Apodrece em inverdades e expectativas,
 O tempo corrói as bordas de afeto,
 Ele sempre gritará teu nome quando for pisado, 
 Deixe-o no lixo,


 Quem sabe não aparece alguém que possa reciclá-lo?



 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Desapego.


 Quando estamos na fase de aprendizado dinâmico, entre os 2 a 7 anos, aprendemos a falar, andar, comer, dividir, correr, cair, chorar, gritar, bater, se esconder, pular... Aprendemos muitas coisas quando somos pequeninos, mas não aprendemos a dizer adeus. Quando ficamos maiores, quando nos tornamos adolescentes, o ego cresce ainda mais, o individual toma conta, o egoísmo, a cumplicidade, a coragem, o amor, a raiva, a vingança, o perdão, mas o desapego... Ninguém lembra de aprender como se faz isso.

 De fato, com o tempo, aprendemos a deixar as coisas irem e aprendemos como as coisas nos deixam. É um ciclo de acontecimentos que não nos ensinam, por mais conselhos que recebemos nunca é tão simples. Apenas quando há um fato gerador originário em lide, torna-se muito mais fácil este tipo de ação, entretanto não significa que nos desapegamos. Deixar alguém partir pode arrancar-lhe o coração, mas não quer dizer que o vazio nunca se vá se preencher novamente.

 Quando não há mais nada para se fazer em uma relação, restando apenas a saudade, o desapego é mortal. Ele rói todas as paredes de esperança que criamos, sempre imaginamos teorias sobre isso e aquilo para conforta-nos o peito. É por isso que algumas vezes, as pessoas demoram semanas, meses ou até mesmo anos para aceitar o fato de um término de namoro ou casamento.

 É fácil para quem observa, mas para quem vive é um barra demasiado difícil para se lidar. O apego pode ser muito mais do que companhia, pode ser uma projeção de felicidade, pode ser um vício de ser tocado por alguém, pode ser uma sensação de segurança enquanto dorme. O apego pode ser tão bom quanto seu irmão Amor, pois ele é mais calmo, mais ternurento, mais afetuoso e acontece com qualquer pessoa, tipo um amigo, um familiar, um professor ou um vizinho.

 Quando caímos na fase de aceitação de que nada mais vai mudar, quando as teorias são insuficientes para confortar o coração, quando finalmente acreditamos que acabou, temos aí a pior fase, o olhar na realidade. Quando temos a comparação como aliada para nos mostrar o que realmente vale a pena, os amigos que nos explicam os motivos principais do desapego e todos os altos e baixos daquilo que acreditávamos ser nosso melhor momento. Ainda assim, é complicado largar essa droga de vez.

 A abstinência de apego é muito árdua para se passar sozinha. Dando vazão aos Tapa-Buracos em nossas vidas, pessoas que nos chegam apenas para que não possamos ver o vazio dentro de nós, tais pessoas podem até ser nosso melhor relacionamento, mas mesmo assim não fora o objetivo principal. E podemos nos sentir mal depois disso, como se recebesse semanalmente uma dose de esperança e acreditamos não ser digno de tanto carinho.

 Bom, não sei mais o que dizer sem me lembrar de outros momentos, quem sabe lá na frente não volte atrás?
Lembrando todo dia que o "para sempre", sempre acaba.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Traços


 Quando convivemos com alguém por um certo tempo, passamos a visualizar alguns traços de comportamento e pensamentos que esta pessoa nos mostra por motivos imperceptíveis. Geralmente adquirimos alguns dizeres ou pensamentos do meio externo pelo próprio hábito de repetição, seja uma piada interna, seja uma citação poética, seja uma atitude compartilhada, é algo natural essa absorção.

 Entretanto, há outros traços personalísticos que nos traduzem por várias vezes, digo isso como exemplo vivo,  todos nós temos nossos próprios argumentos que já se traduzem pelas situações. Um exemplo disso é quando eu quero falar alguma coisa séria que provavelmente resultará em alguma coisa ruim ou um mal estar, quando inicio uma conversa com "Eu estava pensando..." ou então quando vou dar uma explicação que provavelmente vai sobrar para você ou não vai ter sentido algum "Então, veja bem...", ou então algum comentário sobre alguém que eu preciso urgentemente falar "Tu não sabe o que aconteceu!".

 Cada pessoa possui seus próprios bordões que tracejam em aspecto comportamental, a análise aprofundada se dá com o convívio e observância das atitudes, palavras, feição e pensamento conjugado. Há quem diga que ler esses traços que expressam verdades, é algo ruim, por se tratar de uma prévia do que acontecerá ou até mesmo saber quando alguém mente sobre algo. Há quem diga que isso é bom, pois demonstra a individualidade de cada participante em nossas vidas, tal como bons costumes e outros não tão bons assim.

 A leitura efetiva desses traços pode ser algo a ser estudado, ou até mesmo verificado. Como se você pedisse para algum amigo seu te imitar, sairá desta performance traços habituais do seu círculo de amizade, que de fato será caricato e interessante ao mesmo tempo. Tendo em vista esses acontecimentos, podemos supor que será um padrão essas tais proposituras, todavia há de ser analisado também as possibilidades adjacentes que podem não ter vínculo algum com o padrão já traçado.

 Por mais que as pessoas se conheçam, não peques ao achar que tudo será sempre da mesma maneira, sempre haverá a possibilidade, mesmo que remota, de uma possível mudança, parcial ou completa. O traço pode se moldar à outras formas, outros sentimentos, mesmo que não indique de início, mas o verbo da mutação "Poder" sempre é válido.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Experiment nº32


 Iniciar um experimento não requer tanto esforço quando se tem uma base em diagramas de procedimentos a serem observados e cumpridos. Entretanto, observe que sempre haverá as probabilidades do meio e possíveis resultados, tenha tudo em apontamentos e se possível compartilhe a experiência com seu orientando. O período de efetivação de tal experiência pode variar, iniciaremos com períodos curtos para melhor assimilação de resultados.

Fato Gerador:

 A importância da informação ser agilizada ao instante momento que dificulta a passagem.

 O que custou exponencial propriedade, hoje per faz em liquidez de informações. O experimento social número trinta e dois, se tratou de saber em quantidade significativa de atrativos informacionais, sobre o quanto de importância as pessoas dão ao universo virtual a qual estão inseridas. O campo de análise fora o site mais popular da atualidade, um site de relacionamentos que oferece dinamismo e compartilhamento de ideias e informações pessoais e/ou genéricas. 
 Durou exatamente trinta dias, e fora o suficiente para esquartejar todo o tipo de fato social coligado a personalidade virtual e real, o que hoje não interfere muito aos princípios pessoais, pois não faria qualquer diferença, apenas fora um meio de desculpa de outrem. De certo modo, serviu também para a veracidade de conclusão que torna-se até ridiculamente aceita por vias sociais e tidas como modernas. Mudar status virtual, para alguns é como mudar na vida real, interferindo violentamente nas ocorrências posteriores nas vias de fato, claro que tudo depende das pessoas envolvidas e sentimento obtido. Muito embora, hoje, tudo tem que ser muito transparente para todos e trofelizando (inventei agora), as pessoas e atos intrínsecos aos envolvidos. É o famoso universo mascarado de pueril moral, que destaca apenas suas vertentes de futilidades e escancaramento de temíveis indiretas e descartáveis menções pessoais.
 Para quem prefere tal mundo influenciável de ilusão de curtir, compartilhar, fazer check in, comentar e cutucar, deve-se seguir todo um regramento para se destacar perante os outros usuários que tentam mostrarem-se superiores da mesma forma. O modo virtual é tão simples que qualquer pessoa pode fazer, não fazer, ir, vir, prometer e se envolver com quem quiser, isso com todas as possibilidades de amostragem ou ocultismos sub dirigido para determinadas massas pensantes (ou não).

[construindo]

Addicted


 Qual seria essa necessidade humana de querer sempre estar em volta de pessoas, nem que sejam todos estranhos? Não entendo como temos o vício da atenção, de querer sempre compartilhar feitos, alegrias e tristezas com um único ser.
 Acredito que após uma ação fracassada tenha apenas algumas escolhas como resultado, três reações de resultado satisfatório:

A) A Bebida: Geralmente o álcool como suavisador de realidades.

B) A Comida: Usualmente doces, massas e afins, elementos super saborosos e calóricos.

C) A Amizade: Compartilhar os dramas pessoais e ouvir suas opiniões ou dizeres são, de fato, reconfortante.

 Essas três opções de consolo podem ser distintas, mas o resultado é praticamente o mesmo. O objetivo é suprir a necessidade de atenção, de entorpecer a conciência, de ouvir opinião alheia só para saber que alguém sabe o que você estar a passar. Porém, muitas vezes, essas três pequenas opções podem não ser suficiente e você poderá voltar a errar ou então continuar outras opções como a D) Vingança ou E) As Compras.

 Ligar para quem não quer te ouvir, sair para onde não deves ir, encontrar com quem não aguenta tua presença...

 Em alguns galhos de fracassadas atitudes, resultam na falta do Autocompletar, sobrando necessidade de ter alguém que te destrata ao teu lado, para que não sintas a cama vazia. Que vício em fél é este que continuas a cultivar? Seria medo de ficar sozinho consigo e perceber os próprios medos? Seria ter receio de olhar o vazio que há dentro de si e por isso projetas tua vida, teu futuro, em outra pessoa, mesmo que esta não corresponda a tuas expectativas?

 Podemos ter todas as respostas, mas de nada adianta se não tiver a atitude adulta de parar de fugir do mundo e enfrentar de frente essa coisa chamada vida. Mas não preocupa-te, todos temos algum tipo de vício vital que acaba por consumir alguns de nossos momentos, difícil tarefa é suprimir ou desapegar de tais implícitos vícios.

 Seria classificado como qualidade ou defeito essas minhas periódicas ações de afastamento hostil? Ainda não consegui enxergar nem como dádiva, nem como maldição. Todavia, entendo que seja sempre uma tarefa damesiado difícil de se completar. Ter senso de realidade pode te tornar mais frio que o comum, mais pessimistas que todos e mais áspero que uma lixa.

 Todo aspecto concernente ao mundo real, de vida construída, de busca de ganhos e fuga de perdas podem ser agasalhados como vida adulta. Faz-se mister que quando se cresce, o universo coloridamente feliz divaga em longíncuo e sem atrativos espaços além norte executivo do dia, para o operário da noite, para as mães de plantão e para os professores com diversas turmas de ensino.

 O que eu posso dizer disto tudo é que agarre ao futuro como se não houvesse o hoje, tenha em volta pessoas construtivas e a família com bons valores, tenha em mente seus objetivos e coloque-os acima de todos, tenha seu objetivo de vida como o topo da montanha. As pessoas chegam e partem, mas os sonhos ficam. Jamais protele seu sonho, sua conquista, pois pode ser que você não tenha outra chance.

 Afaste tudo o que te faz parar de agir, afasta distrações do cotidiano que te faz perder o foco no teu trabalho contínuo, também afasta as pessoas que dizem que teu sonho é impossível, faça o favor de se desvincular de pessoas pessimistas que te carregam de enegias pesadas e vis. Prolata tua sorte e viva, sofreremos de abstinência, mas um dia ela passa.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Sumi





Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico mudo
quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando
melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro
antes, durante e depois de te encontrar.
Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de
lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar.
Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é
covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque
sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência,
pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu
lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua
desajeitada e irrefletida permanência.

-Martha Medeiros.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

E Fora Como Sempre Aconteceu...


 Tudo pára de acontecer, ficam quase imóveis ou em câmera lenta, vultos em forma de gente, luzes horizontais contínuas em vez de faróis de carros. A tarde se evadia e ao nascer da deslumbrante noite caiu a chuva. Em pleno crepúsculo, possuindo um acessório tradicional para não me molhar, caminhei entre borrões, entre casas e calçadas. Ficara imerso em si.
 Me peguei em questionamentos comuns, entre caminhos não tomados e de possíveis futuros, a chuva caia silênciosa e só pedia tradição aos ecos do mundo externo. Todo barulho era de muito longe, distante, incompreensível aos ouvidos surdos de si. Tudo o que pedira foi um sinal de certeza, não pedi para a divindade ou cosmos, pedi um sinal, uma força, qualquer coisa que me fizesse crer naquilo que prego. Aquilo que acreditei estar certo.

 -Olha... Sussurrou uma voz em minha mente.

E em reflexo, sem me preocupar com nada, olhei crescer, no chão molhado, os raios do sol. Os luminosos raios vindos em minha direção, tocando corpo de baixo para cima. Olhei para o céu e vi em meio as cinzentas nuvens, os raios de sol. Eles lutavam para aparecer, mas deu para aquecer meu coração. Sorri. Foi isso que deu para fazer, sorrir.
 Olhei para os lados e vi as pessoas reabrindo as sombrinhas, era real, foi real. Coincidência talvez, mas acontecera. E por mais que tenha sido sua ultima aparição naquele dia, por poucos segundos tive a certeza que a possibilidade existe. Era ali, num momento qualquer de evasão que pude perceber. Será sempre assim, nas pequenas coisas da vida.
 Uma flor, um animal, um SMS, os raios do sol, a grande Lua, borboletas, um Bom Dia, um Adeus... Todas as ínfimas coisas que ignoramos no dia-a-dia, são elas que fazem o mundo poético girar.

Praxis Seizure: Heart.


 Inner Circle Ventrue está concovando um Referendum;

Em alguns momentos da vida o título que você possui torna-o mais importante dentre os demais ali presentes.

 No card game Vampire, temos os títulos como pontuação para determinar situações de voto, sempre do mais antigo ao mais novo, podendo até alguns vampiros não possuírem nenhum título, nem voto. Porém, há cartas de Votação, chamadas Praxis Seizure: (Local), que torna determinado vampiro um titulado, geralmente estes tornam-se príncipes ou priscus, dependendo da carta. No entanto há outros momentos que podemos perceber a importância, ou não, do título.

 Algumas pessoas acreditam que só pelo fato de possuírem a carteira de trabalho assinada pelo empregador, isso dará estabilidade trabalhista. O que é de fato errôneo, pois o empregador pode a qualquer momento despedi-lo. Do mesmo jeito ocorre nos relacionamentos.

Ter título de ficante, namorado, noivo ou marido, não dá nenhuma segurança que tudo será feliz para sempre e que ninguém pecará. Muito pelo contrário! Os títulos que põem credibilidade aos relacionamentos, servem mais como instituições falidas de fé. Vivendo, assim, em um mundo comportamental que é reflexo da maioria societária, ou seja, pura farsa.

 Sinceramente, ter algum título não fará de você uma pessoa melhor ou pior, mais amorosa ou menos amorosa, mais fiel ou menos fiel. Há quem diga que tudo muda a partir da intitulação, como se as pessoas precisassem ouvir que possuem vínculo superior à amizade. Entretanto, ter respeito e dedicação a construção de futuros é algo que independe da vontade sob o nome que lhe é dado. 

 Quando você sai com alguém e determina que quer mesmo aproveitar maiores momentos com ela, pode-se nesta situação pedir-lhe em namoro, porém, vide o tempo no qual estão saindo. Evite pular de galho-em-galho, como se não pudesse ficar sozinho por dias ou meses oriundos de um fracassado relacionamento. Às vezes as pessoas se pegam ao nome e esquecem de fazer o trabalho, daí pergunto: Do que adianta?

 Outras hipóteses são aquelas que vemos em Osmose Love: Quando o casal está saindo por algum tempo e do nada acontece que estão namorando, noivos ou casados. A simples osmose acontece com essas duas bactérias que se vincularam por algum motivo, observe que no caso de Osmose Love, o fato gerador é a interação quase síncrona do casal, o que faz acelerar os passos para um relacionamento mais maduro do que o convencional.

 No convencional, Love History: As regras são seguidas à risca, do tradicional encontro até o pedido de namoro formal aos pais da tão querida futura-namorada, depois vem o noivado e sua celebração e logo após, o grande casamento. De fato é hoje um dos mais raros, pois custa tempo, dinheiro e paciência dos casal apaixonado e das famílias e amigos envolvidos. Passar meses saindo, anos namorando, para depois noivar e casar, isso nos tempos onde a notícia é dada na hora que acontece, esses rituais tradicionalistas são tidos como obsoletos, porém românticos.

 Conheço o Pegou-Colou: Onde acontece a aceleração mútua. Tudo é muito rápido e intenso, podendo sair filhos em apenas alguns meses de convívio que vem em outros meses ou semanas de namoro. Apreciei de perto alguns casos próximos de pessoas que conheceram o cara hoje e na outra semana já estava morando com ele, só por achar que era "O CARA" da vida dela. Este método é arriscado e árduo, pois não há o mínimo de tempo probatório para que se haja afinidade suficiente para o compartilhamento de um mesmo banheiro, por exemplo, quiçá uma casa e vida de casado?!

 Sou do tipo Love History, por querer sempre as coisas dentro dos conformes. Por algumas vezes deixei oportunidades passarem, pessoas e lugares, por não querer fazer diferente. Creio que, ainda hoje, o melhor método de ter uma família estável é construir blocos de concreto afeto e aos poucos construir o lar com a pessoa amada. Por mais que seja demorado, mas o trabalho final compensa muito, mesmo que não dê certo, pois você sabe que tentaram o máximo que puderam. Lembrando sempre que: Todos somos diferentes em pensamentos, atitudes e reações.

 Se fosse para dar uma dica sobre relacionamentos, seria a mesma de sempre, aproveite todos os momentos que puder, os bons e ruins, nunca perca a fé em seu relacionamento, confie sempre que possível, dê o seu melhor e não espere retorno de nada, apenas de no mínimo o respeito de quem te quer bem. Uma das nossas grandes falhas é se colocar no lugar do outro para pedir alguma coisa, sempre será "queria que fosse diferente, que ele fizesse diferente, que ele isso e aquilo." esqueça essas coisas e faça o seu, se for algo que ele possa mudar, apenas converse em um momento agradável. As pessoas se decepcionam por criar muita expectativa, não prometa nada e você pode se surpreender.

 Vale frisar também que todos esses poucos exemplo de relacionamentos supra citados, possuem seus conflitos diários tal como qualquer tipo de interação humana, não há na face desta Terra, um relacionamento se quer, que não passara por provações uma hora ou outra. O que é válido por garantir o amor compartilhado que avança problemas e levanta mais ainda o nível de relacionamento.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O Garra!


 Sempre que me vejo sem rumo, sem direção, condição ou percepção, remeto-me ao conhecido mundo infanto-juvenil. As pequenas coisas que sempre me alegram e me confortam de uma maneira que só eles sabem fazer, o jeito que só eles sabem roubar um sorriso sincero meu.

 De fato, é até complicado explicar os motivos corretos para que, nos momentos que apreciamos como dificultosos ou árduos, nos acorrentamos ao familiar, ao até mesmo ao habitual. Creio que seja por nos dar o conforto ao corpo e mente, e com isso possamos continuar nossa batalha diária. Contudo é certo afirmar que  quase todos os seres que conheço hoje, gostariam de ter uma segunda infância, algo o qual poderíeis aproveitar novamente, sem todas essas cobranças do dia-a-dia.

 Para mim, um simples filme infantil da minha época já me deixa tranquilo, principalmente por já conhecê-lo muito bem e saber tirar lições para os problemas atuais. Geralmente busco neles explicações para meus universos, acho incrível como o sistemas de inocência aplicada ao adultismo funciona tão bem. Vai ver é por conhecer tão bem de analogias que, talvez assim, dê tão certo.

 Quando estou muito, mas muito triste ou aborrecido, eu pego um dos clássicos da Disney, ou uma animação da Dreamworks, e fico lá babando recordações e canções. Ou então, faço maratonas de filmes que me tiraram sono, como o Harry, Resident, Matrix e tantos que me acompanharam e me fizeram o homem que sou hoje. Dizer que eles não são influência em minha vida é o mesmo que dizer que eu não assistia TvCruj quando menor.

 Não tenho vergonha de contar que eu sou bobo por filmes, principalmente infantis. Acho que não é ser infantil você cultivar a criança que vive dentro de você, deixando você menos ranzinza, e muito mais feliz consigo mesmo. Afinal, ser infantil é correr dos problemas, é não querer trabalhar, mudar, corrigir, ter medo de tudo e de todos, para mim isso é ser infantil. Só porque você gosta de sorrir, correr, pular, brincar, jogar, e fazer coisas como criança, tipo brigadeiro de panela, contar piadas, andar de bicicleta com amigos e tantas outras coisas que me jorram em recordações tão memoráveis, para mim ser gente grande é saber lidar com tudo isso e não perder a graça de viver.

 Ter responsabilidades e aproveitar a vida é o método mais simples de chegar aos trocentos anos e indicar à todos como é ter uma vida de verdade, uma vida regada de amigos, família, sorrisos e lágrimas. Pois tudo na vida tem o seu contraditório, da infância à velhice. Cabendo sempre a tua percepção sobre os problemas e dilemas.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Fringe Is.


 Estou do outro lado da realidade, algo multifacetado de reflexivo esplendor. A realidade se dissolve nas minhas escapadas peculiares de mente própria e avisos prévios. Queria que fosse tão bom quanto ouvir as músicas da vida fazendo trilha, como se pudesse correr tempo solto, outrora, em conjuntura ao espaçamento do coração.
 Seria justo compartilha tudo e qualquer paradoxo, complexo, ortodoxo, e até mesmo tóxico pensamento?
 Seria capaz, você, de visualizar o invisível?
 Não são as respostas que nos trazem conforto. Quanto mais respondemos, mais perguntas fazemos. Buscar por soluções move montanhas, mares e céus. Não basta adentrar na mente humana, tem que se conhecer bem antes de invadir qualquer espaço, mesmo esse inexistente. Todo e qualquer ser que seja incapaz de entender as possibilidades, se acolhe, se destrói, se engrandece, se engana, por fim, em pensamentos egoísticos e cêntricos.

 Deixa os loucos com os loucos e os outros com o resto do mundo.

 Nem tudo se faz em senso comum, comum nem tudo é. A teoria da Loucura Intrínseca já bem dizia:

"Podemos negar que nossos anjos existem, dizer a nós mesmos que eles não podem ser reais. Mas eles aparecem de qualquer maneira. Em lugares estranhos, em tempos estranhos, eles podem ser qualquer personagem que possamos imaginar. Serão verdadeiros demônios se precisarem, nos chamando, nos desafiando a lutar."

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Fábrica de Sonhos.


 E bastou chegar o novo caderno para as ideias fluírem. De marca Moleskine, meu companheiro e nova paixão, andará comigo para onde eu for e, embora, não sendo de bolso e mais parecendo uma agenda, me ajudará a entender alguns pontos perdidos de uma busca ao futuro. O bom é que a fábrica reabriu, vamos ver agora como será a linha de produção e saber se haverá consumidores para os trabalhos apresentados.
 Quadrinhos, novelas, estórias, comentários, filmes descritos, não importa o que seja apresentado neste novo recipiente de ideias, o que vale é que estará lá. Funcionando e forçando a buscar sempre mais. O moleskine é uma marca de cadernos de notas produzida pela empresa italiana Moleskine SRL. Embora o nome aluda ao tecido de mesmo nome, moleskin, o caderno não é produzido ou revestido com ele, e sim com uma capa dura de cartão envolvida por material impermeável. Outras características que a distinguem são cantos arredondados, uma tira de elástico para mantê-la fechada (ou aberta em determinada página) e uma lombada costurada que permite que ela permaneça plana (a 180 graus) enquanto aberta. A folha de rosto vem impressa para que o seu proprietário possa escrever os seus dados pessoais, assim como estipular um valor de recompensa caso alguém a encontre perdida.

Magia? Não, Cinema!


 Acho que na verdade essa postagem deveria se chamar Pipocas, mas em fim vamos aos "finalmentes":

E lá vem o cheiro de pipoca no ar. Isso é cinema! Espaço inconfundível que está presente em quase todas as cidades do mundo. O que seria do cinema sem pipoca e refrigerante?

 Claro que tudo tem um marketing e lógica. Pelo o que eu acho, a pipoca que é vendida no cinema nada mais é do que um artifício para que mantenham os telespectadores acordados. Eles tiveram que inventar alguma maneira de manter o povo acordado em meio a total escuridão e silêncio naquela época do cinema primitivo.
 Óbvio que algum gordo deve ter comentado que enquanto assistia, ele também comia simultaneamente alguma coisa e com isso se mantinha acordado. Ok. Entretanto, o que seria mais prático o suficiente para fazer os telespectadores não perderem a atenção ao filme e ao mesmo tempo tinha que ter seu preparo rápido, para oferecer o alimento a nova gama de gente que estava prestes a entrar na próxima sessão?

 Eu não sei como foi a descoberta, mas eles acertaram na leveza da pipoca. Simples, gostosa, barato "para a venda e não para o consumo" e limpa fácil. Criou-se então a máquina do sucesso. Quem come pipoca enquanto assiste ao filme, consegue vê-lo do começo ao fim, sem dar nenhum cochilo. Embora eu seja desses que comem a pipoca logo nos trailers. Por fim, neste sofá do cinema, aguardo meus amigos para uma nova sessão de magia aos olhos e relaxamento para mente. Será que terá pipoca crocante e quentinha?

 Bom filme!


sábado, 4 de fevereiro de 2012

O Outro Lado.


 Todos temos curiosidade, mas nem todos sabem matá-la.

 Há vários caminhos para se chegar em um propósito comum, somo cegos por natureza, calma. Sempre há jeito para vislumbrar o desconhecido, por mais tentativas errôneas que possamos fazer.
 No mais tocante dos casos, a delicadeza dos detalhes podem suprir lacunas que nem sempre somos nós que produzimos, basta saber fazer. Isso só o tempo resolve, se é que ele ajuda, pois tem gente que nem com luneta consegue ver as respostas de simples problemas.
 O que podemos fazer é tentar, tentar e continuar tentando. Machucando, relaxando, desistindo e recomeçando, assim fazemos escadas para o muro em questão. O muro nunca cederá, nós é que temos que passar por cima, enfrentando-o. Passar por baixo, sorrateiramente parece bem inteligente, mas você sabe a profundidade do muro?
 Manuais são para isso, para dar explicações específicas. Pena que os seres não possuem manuais de personalidade, o que também seria muito caro visto todo o protocolo. Alguns com poucas páginas, outros com vários tomos. Seria leviano tratar tudo com indiferença, seria injusto desacreditar por tecnologia automática.
 Só fico pensando o que as pessoas pensam quando observam o outro lado do muro, se elas serão capazes de descer para o outro lado, se as escadas foram suficientes para confortar o agente em questão ao ver os bichos que ali vivem, ou pode ser que seja tudo maravilhoso como um conto de fadas. O desconhecido é interessante, sempre foi. E desde os primórdios, descobrir é ferramenta fundamental do ser. Mas será que somos capazes de aceitar o resultado, de querer fazer passagem ao desconhecido mundo além nosso espaço-seguro?

[Subindo]

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Le Maluquè


 Aposto que você não contava com isso e também acredito que ninguém previa o que iria acontecer, mas aconteceu. Não sei o que aconteceu, mas em tentar me aproximar de uma desconhecida da infância, acabei por está colado a ela, vidrado e enfeitiçado. O tempo passou, anos na verdade, e mesmo que tudo tenha mudado muito, quase tudo completamente, embora as crianças hoje sejam homens e mulheres, embora tenha acontecido uma infinidade de coisas, embora nosso contato tenha sido ínfimo comparado as grandes amizades, a semente que você deixou plantada hoje é uma frondosa árvore.
 É tarde demais para traçar combinações possíveis, criar teorias monumentais entre espaço/tempo. Estou satisfeito em ter você aqui do lado e pronto! Uma coisa que eu nunca esperei, algo que cresceu com as expectativas de ter alguém incrível para conversar, nem que fosse sobre qualquer coisa, alguém que nunca me negou um sorriso e a única pessoa que eu sai no braço.
 De memórias antigas de felicidade, raiva e invenções malucas, hoje estamos criando outras mais maduras. Criações de vida e estilos que farão nosso rumo, crenças que viemos rezando por longos e sofridos anos e agora pela graça divina e esforço próprio veio a acontecer. Sei que para tudo que acolhemos deixamos algo para trás, tipo a Troca Equivalente.

 "As pessoas não podem ganhar nada sem sacrificar algo, você deve dar algo de mesmo valor para se ganhar alguma coisa."

 Demoramos para aceitar algumas situações, mas sei que nada é por acaso. Espero que agora juntos, eu possa ter dar mais força e coragem para enfrentar esse mundo de possibilidades que vivemos, fazendo você acreditar no impossível e te mostrar o inimaginável, claro isso em várias parcelas no Hipercard. Lembra que um dia desses você me deu um presente que ninguém deu o mínimo de valor e para mim era um troféu de tua graça? Pois é, algo de inestimável valor pessoal que hoje não possuo mais, mas guardo na mente com todo o carinho que possuo. Em outras linhas eu já te contei que as coisas vem e vão, que não aprendemos a dizer Adeus e que se a gente não tentar, a gente nunca vai saber. 
 Sei que é difícil deixar pessoas que amamos, lugares que conhecemos, futuro que planejamos. Hoje eu sei o que é sentir saudade mesmo antes de acontecer, não posso te prometer ser teu porto seguro nas situações difíceis, não posso te dizer que vamos conseguir mudar o mundo, mas vou tentar todos os dias estar presente na tua vida tal como você faz na minha.
 Em meu reinado e em todo os mundos que eu crio e possuo, você sempre está lá, como a "Princípa", tomando conta de tudo e de todos. Sei que parece besteira, mas o sentimento que eu tenho por você é além do universo, é transcendental. Um amor incondicional que nem entre irmão isso é tido. Te considero uma parte de mim, uma parte com sotaque engraçado, com sorriso marcante e com desenvoltura de vencedora. Poderia falar mais, muito mais, mas nunca será o suficiente para descrever tudo isso que és para mim e egoisticamente falando, agora é minha vez de aproveitar do teu ser, você vindo para terras quentes vamos virar essas areias tipo uns 360º graus em super-duplo-twist-carpado.

 Peço-te que tenhas paciência comigo, como sempre você teve. Peço-te que tenha fé, como sempre você teve. Peço-te que continue a sorrir, como sempre você fez. Peço-te para ser compreensível, como sempre você fez. Calma, é melhor eu resumir: Peço-te para ser quem és, pois sempre você fez o melhor assim.

Com humilde felicidade por saber que estás vindo ao meu encontro, teu Sonhador.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Doa a quem doer, mas faça sangrar!


 Não importa a situação, seja sincero. 

Ser sincero não é ser rude, magoar pessoas pela livre expressão mental, ser sincero é ser honesto consigo e com outrem, independente do que eles vão achar de você após tal comentário ou ação.

 Sinceridade é algo tão meticuloso que maquiamos quase todas as informações. Um exemplo claro é a dinâmica do jornalismo que a cada notícia importante que já é mastigada para interessar só algumas coisas, eles ainda jogam logo após as matérias de relevância, algumas matérias de fundo vazio, tipo as praias mais bonitas, como gastar seu dinheiro, novidades de petshop. Uma técnica muito utilizada e acompanhada por gerações, para que o público não sinta tanto o peso dos grandes assuntos da mídia, seja em relação a catástrofes, seja em relação a grandes negociações internacionais, seja em golpes políticos.

 Entretanto, temos pura convicção que a omissão de informações que nos beneficiam, são estritamente necessárias. Mas é óbvio que são, se é por benefício próprio? Problema é quando as coisas desandam e acabam no efeito bola de neve. Aí é melhor encarar a verdade de fato que ir entre linhas. Outra coisa que eu acho interessante é a sublimação de informações. Há pessoas que adoram invadir a vida dos outros querendo saber os mínimos detalhes sobre tudo, o que geralmente nem é necessário. Ou então a pessoa em questão não se sente tão a vontade para se falar sobre certas coisas. Tudo tem seu tempo e espaço.

 Mas seja verdadeiro. Todos elogiam os que são sinceros e sabem polir suas críticas boas e ruins.

 Não seja leviano em carregar letreiros sorridentes de confiança e depois de uns passos caem por terra, despedaçam em decepção e não pisados em desamor. Acontece que isso é tão mais frequente do que imaginamos, pois a população tende a mascarar algumas situações por simples comodismo. Foi em um desses que eu morri em silêncio. Por isso e mais um pouco, prefiro ser sincero com a pessoas, sabendo que elas vão me odiar por não falar aquilo que elas querem ouvir, pois sempre falarei a verdade.

 Prefiro levar um tiro de Verdade, sentir a dor invadindo meu corpo e sangrar a té quase morrer, tendo ainda a esperança de viver, do que tomar uma injeção letal de Mentira, que sempre são em muitas sutis doses que nem percebemos e quando o percebemos, por muitas vezes, já é tarde demais, já estamos à beira da morte.

Ultimo suspiro

  Imagem por breezeh ou @briscoepark Navegar pelas redes sociais em tempos de pandemia é um caminho tortuoso. No começo, entre os três prime...