domingo, 23 de outubro de 2011

Indiferenças Amistosas


 Em qualquer grupo social, há de se convir que toda e qualquer alteração de humor é relevante. No tocante as piadas e histórias, observa-se o nível de interação e intimidade que as pessoas possuem. Vamos hoje mais além desses laços de amizade, trago uma problemática pertinente e casuística dos ultimos tempos. Tido como amigos, passamos por situações nada agradáveis, afinal o mundo não é um mar de chocolate e devidos à confusões e problemas, somos requeridos para auxiliar nossos amigos e familiares, estes perguntando sobre nossas opiniões.

 Entretando, apenas algumas vezes é que temos a obrigação de interferir diretamente. Principalmente nos casos de mutilações de laçoes afetivos por instabilidades de humor. Fácil resposta para aqueles que se perguntam o motivo para esta postagem, aqui vai a resposta: Não é da minha conta os seus problemas!

 A indiferença de opiniões nos casos de intrigas e desabafos de amigos é de crucial importância para o relacionamento funcionar. Sábio aquele que disse a máxima "Em briga de marido e mulher, ninguém mete." Essa citação popular traduz, em sentido amplo, o que penso hoje quando me deparo com algumas (repetidas) situações.

 Creio que sou um dos poucos que apesar de sair como ruim da história, grosso e insensível, eu sempre digo a verdade, a minha verdade peranto os fatos. Não digo aquilo que queres ouvir, digo aquilo que acho necessário, pois não adianta criar um ponto de caos e se fazer de vítima. Acho tão infeliz quando as pessoas fazem isso, um vício jogatício de influência sentimental.

 Embora as pessoas que pedem ombro, muitas vezes, querem ouvir o que elas querem e não o que realmente se passa, o choque de realidade é de fundamental importância. Sou muito sensato nas palavras e comparações e por isso e mais alguns bocados que eu não utilizo da palavra crítica com frequência.

 Aguardando indiferetemente as pessoas chegarem para uma conversa franca. Um conselho para os amigos de plantão: O melhor conselho, pitaco, dica ou seja lá como você chama, será sempre aquele que é pedido. Não adianta lançar avisos e conselhos ao vento. Deixo ainda mais claro para os que pedem atenção, perguntando antes de tudo: "Você quer minha opinião como amigo íntimo ou como pessoa de fora?"

A) Amigo Íntimo

 Uma opinião deste calibre é sempre de total proveito e cabendo ao opinante dar conselhos, avisos, xingar, enaltecer, gritar, aliviar ou todos os outros recursos que façam o pininado cair na real. A famosa chacoalhada. Mas tenha cuidado, muito cuidado, por ter uma acesso significante e vasto, este acesso de exlusividade e carta branca de opinião pode ser destrutivo se você não souber manejar. Seja específico, não divague, use de exemplos, comparações, parábolas... e acima de qualquer ponto seja compreensivo, escolhendo sempre as melhores palavras para judar seu amigo.

B) Pessoa de Fora

 Se se tratando de superficialidade em contestações, a possibilidade aqui é diminuta. São poucos os recursos e ambientações possíveis, então seja breve e objetivo, preferencialmente utilize saídas práticas como comentários em conversas casuais, vejo mais efeito assim do que em comentários ricocheteados.

 De todo e qualquer modo, tenha muita paciência com seus amigos e parceiros. E lembre-se que tudo é uma questão de fase, o que nos faz engolir sapos e cuspir crocodilos. Conviver com eles não é fácil e a fase de adaptação pode ser dolorosa, toda via observe que somos o outro lado da histórias e eles podem pensar deste e doutro modo para conosco.

sábado, 22 de outubro de 2011

Foo Fighters - Times Like These



Times Like These

I, I'm a one way motorway
I'm a road that drives away
Then follows you back home

I, I'm a street light shining
I'm a white light blinding bright
Burning off and on

It's times like these
You learn to live again
It's times like these
You give and give again

It's times like these
You learn to love again
It's times like these
Time and time again

I, I'm a new day rising
I'm a brand new sky that
Hang the stars upon tonight

I, I'm a little divided
Do I stay or run away
And leave it all behind

It's times like these
You learn to live again
It's times like these
You give and give again

It's times like these
You learn to love again
It's times like these
Time and time again.

Tempos Assim

Eu sou uma rodovia de mão única
Sou uma estrada para longe
Que segue você de volta para casa

Eu sou uma luz de rua acesa
Sou uma luz branca ofuscante
Piscando sem parar

Em tempos assim,
Você aprende a viver de novo.
Em tempos assim,
Você se entrega e se entrega de novo.

Em tempos assim,
Você aprende a amar de novo.
Tempos assim
Outra e outra vez

Eu sou um novo dia nascendo
Sou um novo céu que
Abrigará as estrelas esta noite

Eu, eu estou um pouco dividido
Devo ficar ou fugir
E deixar tudo para trás?

Em tempos assim,
Você aprende a viver de novo.
Em tempos assim,
Você se entrega e se entrega novo.

Em tempos assim,
Você aprende a amar de novo.
Tempos assim
Outra e outra vez

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Alô Eliane?

 

 De tempos em tempos eu me deparo com situações, deveras, intrigantes. Minhas ausência telefônica é tida como um problema, tal como a permanência assídua no mesmo objeto.
 Sempre que possível eu atendo ou retorno as ligações ou sms. Só há estas duas opções em meu rústico aparelho de comunicação da marca ZTE. Ele não tem Bluetooth, wi-fi, suporte Java, Redes Sociais, 3D, Google Maps... Nada disso. Ele apenas liga e manda mensagens, e mesmo assim meu circulo familiar e social  sempre reclamam por eu protelar respostas.

 O problema é que nem sempre eu estou apto a ter longas conversas e/ou falar brevemente a qualquer hora do dia. Principalmente quando estou no trabalho, o que isso torna minha habilidade de comunicação via telefones super complicada, pois se não estou trabalhando, eu estou estudando ou fazer um mundo de coisas.
 O chato é quando estou ao telefone e outras pessoas pedem atenção. Como eu posso falar ao telefone se as pessoas requerem minha presença física e mental? E em outros tempos o quadro se reverte e essas mesmas pessoas reclamam atenção ao telefonema... e por aí vai.
 É um paradoxo tecnológico que procuro resolver ou pelo menos ter a compreensão dos meus queridos. Estes que tomam meu telefone, escondem, desligam, ameaçam quebrar... Em verdade, celular é uma faca de dois gumes (seja lá o que dois gumes signifique).

 Só fico a imaginar quando eu resolver meu problema de logística e comprar um smartinhophone, enchê-lo de apps e ser uma criança mais feliz. Acho que as pessoas vão mandar eu escolher entre "ou o celular ou a gente!", mas até lá, vamos nos desdobrando em vários, para dar atenção à todos.
  

3- Você é pedreiro?


 Uma das regras importantes é a observância na hora de comer e o quanto comer, veremos algumas regras bem simples:

1-Nunca coma muito;
2- Nunca coma pouco;
3- Nunca coma rápido;
4- Nunca coma devagar.

Achou confuso? Mas é muito simples, vou explicar: Quando você vai sair com alguém que não tem intimidade, você é OBRIGADO a acompanhar a velocidade do seu par. Não importa de você está azul de fome ou verde de nervosismo.

Lembre-se que você está alí pelo seu par.

Acompanhe o ritmo da agradável companhia, ou da desagradável... nunca se sabe. Faça pausas para admirá-la, converse um pouco, mas lembre-se de nunca, eu disse NUNCA, falar de boca cheia.
Segue abaixo outras dicas:

5- Não faça uma montanha de comida em seu prato;
6- Não derrube nada sob a mesa e/ou no chão;
7- Não engasgue;
8- Não cuspa;
9- Não coma de boca aberta.

É interessante o cuidado com estes itens pois pode acontecer por uma caso ou pela própria falta de educação, como comer de boca aberta aparentando ter uma goma de mascar na boca.

Use toda a etiqueta possível, desde o puxar da cadeira no início, passando pelos 3 movimentos do braço ao comer, até a hora de pagar a conta (que será matéria de estudo posterior). Sempre comente sobre o lugar, sobre o seu par e sobre o seu par no local onde estão comendo.
 Observe, uma vez ou outra, se seu par está ambientado e confortável. Um ponto muito importante este.

2- Quanto você come?


 Nunca vá de primeira à lugares (g)astronômicos. Aqueles com preços acima de 3 dígitos só para a entrada, pois você passará de gentil e impressionta para soberbo, automaticamente.
 Seja simples, vincule seu nível social ao do seu par. Nivelando, assim, conhecimentos culinários e nunca esquecendo de perguntar se o seu par pode comer de tudo. Atente a lugares com variada opção na cozinha ou de peculiar atendimento.
 Se seu par tiver algum tipo de alergia, o acompanhe no que ele for comer. Ser tido como estranho só porque tem intolerância a crustáceos não é algo muito confortável.

 Não sabe o que pedir?

Apele para as famosas massas. Para beber, não presica abusar dos vinhos anciões, afinal ninguém é um enólogo. Apenas queremos algo gostoso para engolir e não morrer engasgado durante o primeiro jantar.

Se achar ofensivo fazer perguntas sonbre o que comer, ou se você acha constrangedor, apenas peça uma sugestão casual. Essas conversas preliminares são um prato cheio de sugestões, basta apenas escolher a melhor delas.

Cartão de Visita


 A pessoa que diz que o cartão de visita do ser humano é o sorriso, está completamente coberta de razão.

 Queria eu ter o sorriso bonito, daqueles com os dentes alinhados simetricamente e branquíssimos, tal como os atores da globo. Um sorriso bonito destaca uma beleza descomunal, por mais feia que a pessoa possa ser. Claro que sorrisos não são apenas dentes perfeitos, mas além dos alvos quadriláteros existentes em nossa cavidade bucal, vemos também a silhueta das saudosos e majestosos lábios. Estes por sua vez adoram simular um amanhecer de felicidade.

 O sorriso é o mais singelo ato de felicidade que infecta quem o vê. O contágio de uma ato de sublime alegria nos faz, automaticamente, sorrir de volta para o quem lançou ao mundo.
 O sorriso é tão poderoso que se você atender o telefone sorrindo, por exemplo, a outra pessoa vai sentir a diferença. Não se preocupe com as rugas, botox resolve. O melhor remédio para o mal humor é um simples sorriso.

 Acha que eu estou a mentir? Veja uma criança sorrindo, ou melhor, veja um bebê sorrindo. Impossível não se sentir bem. Se ver feliz por um momento. 


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

1- Como convidar sem errar no local?


Muito fácil de você convidar ou ser convidado e dar de cara com um local não tão aguardado e você fica lá todo deslocado, aqui vão algumas dicas sobre esse tão pavoroso assunto: LOCAL.

Primeiro de tudo, crie um perfil sobre sua candidata, e logo nas primeiras conversas vá preenchendo as lacunas sobre o que ele\ela gosta. Entre uma e outra frase surgirá os gostos gastronômicos. Seja sutil. Não faça inquéritos gigantes, crie situações e observe as respostas, as pessoas adoram surpreender nesta fase.


 Não adianta impressionar com lugares caros e finos ou pechinchar em lugares baratos. O melhor local para um date, seja um almoço ou jantar, será sempre onde seu par se sentir mais confortável e à vontade. Procure sempre lugares familiares e de aceitação popular, evitando sempre os lugares sinistros e/ou distantes.
 Lembre-se sempre que você está alí pelo seu par. 

Senhores e Senhores


É difícil, muito difícil, verificar o grau de aproveitamento e diversão em um encontro.
Qualquer encontro ou date, como eu chamo, pode ser muito bom ou muito ruim. Tudo dependerá da escala que você usa para classificar o candidato ou candidata.
 Venho citar nesse marcador HOW TO BE A GENTLEMAN (como ser um cavalheiro), pontos positivos, negativos e regras gerais, de atitudes muito aclamadas por elas e por alguns eles que me acompanham aqui neste diário virtual.
 No tocante a experiência pessoal, estou ainda comprovando alguns desses que eu deixei no rascunho, mas aos demais (creio que até o item 5) estão todos compravadíssimos e aprovados com nota 10. Bastando vocês terem a sorte que eu tive, expicarei posteriormente.
 A todas as pessoas que me seguem, indiquem esse marcador aquelas pessoas sem noção que não sabem te levar para um date, e outra observem se você pecam am algumas coisas também, não é só o cavalheiro que tem regras a cumprir lembrem-se disso!

Buá!


 Dias das crianças aconteceu e eu apenas chorei.

 A maior alegria de uma criança, além de ganhar presente, é poder usar de todo o potencial do presente. No meu caso foi total contrário, pois meu belíssimo laptop queimou exatamente no dia das crianças. Como pode o destino fazer isso com a criança desafortunada em demasia? Vai ver foi por um triz de imperatividade ou outra coisa qualquer.
 No demais, minha vida sem meu parceiro de todas as horas, meu pequeno Kururu, é assim meio em OFF. Problema não é deixar de atualizar as redes sociais, baixar séries e músicas, quem dera se fosse. Acontece que eu vinculei toda uma estrutura de informações e entretenimento em volto daquele pequeno e metálico ser.
 Acostumei a ter a notícia em tempo real, sem ter que esperar pelo telejornal das 8. Saber diretamente da fonte, tal como ler os jornais eletrônicos dos outros países, ouvir comentários de grande pensadores como Miriam Leitão e tantos outros super jornalistas, conhecer a fonte, obter belíssimas imagens dos aconteciementos, grandes testemunhos... E por aí vai.
  A garantia da HP já se fora, e por uma bagatela de mais de 400 reais, eu recuperarei meu caríssimo Kururu, meu amigo para todas as horas. Fora que minha monografia está nele, meus livros, meus vídeos, meus projetos, minhas contabilidades, minhas fotos... meu tudo se resume a 5 kgs de tecnologia pura.

sábado, 8 de outubro de 2011

Hi Kids!?


Os usuários estão trocando suas fotos de perfil para imagens de personagens, tudo para relembrar a infância.
O Facebook começou essa semana um movimento a respeito do Dia das Crianças. Os usuários estão trocando suas fotos de perfil para imagens de personagens de desenhos animados, filmes e seriados que marcaram presença em suas infâncias.

O mais fofinho, o malvado, a princesa, o engraçado e entre muitos outros adjetivos são os caracterizam esses personagens que agora infestam os perfis das pessoas. A maioria já adquiriu a moda, que deve durar até o feriado. As atualizações do Facebook dizendo que diversos amigos mudaram suas fotos não param de aparecer. É de fato um movimento para relembrar as raízes de quando era criança, ou apenas continuar vivendo essa fase.

Por mais que tenha ficado difícil reconhecer quem é quem – para aqueles que tem certa dificuldade de lembrar o nome das pessoas – grande parte adotou tal ato em decorrência de “correntes” criadas com a finalidade de dizer: “Temos que dar um basta a violência infantil”.

Publicações como essas resumem o que a maioria deseja com o manifesto:

“ Bora Lá!! Troque a foto do seu perfil por um desenho animado ou personagem de gibi que marcou sua infância até dia 12/10 (Dia das Crianças) Uma forma de manifesto contra a violência infantil.. (responsabilidade social, passe adiante). #Tô nessa!

Se vc compartilha desta idéia, copie e cole no seu mural… divulgue… troque a sua foto… diga não à Violência Infantil!!!

ARRAZEM NOS DESENHOS, VAMOS GENTE, AS CRIANÇAS DE HJ SERÃO NOSSO FUTURO AMANHA!!!”.

A mídia pode enxergar essa novidade como de fato uma atitude protestante. Pode também haver boa repercussão. Mas se o objetivo for realmente este, cabe ao povo saber que mudar sua foto do perfil para um personagem, pouco pode mudar na realidade. O movimento deve contribuir para criar cidadãos conscientes, como forma de exemplo para quem quer se unir com organizações e realizar práticas que modifiquem o mundo e como exemplo para os futuros pais.

Os desenhos podem trazer mais alegria as páginas do Facebook, entretanto não se pode dizer o mesmo para essas crianças que precisam de ajuda.

Divirta-se com o colorido da rede social, mas não se esqueça de manter a mente visando o bem para todos.


Fonte: Mundodastribos

Juízo


 Me mandaram tomar juízo, mas só tinha cachaça.


De frases de caminhão para conversas filosóficas, o álcool ajuda bastante no quesito entrosamento social. Não que todos devem tomar todas, ficar embriagado, nada disso, cito aqui apenas algumas das milhares de coisas que percebi em mesas de bares, boates e festas particulares (não falo da festa no Iate do Lilo, aquela festa nunca existiu)

Sempre os bares estão cheios de gente, de todas as raças, idade e estilos. Não só bares como as boates, calçadas, e em casa de amigos. Tudo é motivo para comemorar e tomas umas cervejas, vinhos e whiskys. Há o preferíveis em Vodka, batidas e outros coquetéis.

Quem tem assunto pra falar, não só futebol e roupas, tira de letra todo o tipo de vínculo ou nexo de um assunto para o outro. Lembro que em uma noite não muito motivada, conversei com amigos sobre: Viagem no tempo, sexo, conspirações, sexo, futebol, sexo, fim de namoro, sexo, experiencias de trabalho, sexo, economia mundial, sexo, tecnologia, sexo, comportamento, sexo, governo e política, sexo, políticas públicas e desenvolvimento sustentável, sexo e sexo.

Quando você lê sexo, tome nota todo o tipo de assunto subliminar, moderante e superliminar. No tocante ao mesmo, no figurado, no cômico ou no invasivo. Tudo no fim é Amor & Sexo.  Tornando-se o assunto mais falado e menos abordado durante toda a noite, festa, evento. Quem tem amigos fixos é assim, no fator random é mais complicado, pois como nãp há intimidade para tanto, os assuntos divagam e se ricocheteiam em supérfluo e casual, no máximo piadas e comentários. Não deixa de ser interessante ou atrativo, mas é outro nível.


Multicolorido Olhar



O meu olhar é nitido como um girrassol
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando pra direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança, se ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...

I've Lost My Way


 Ao me deparar com o fracasso de uma consiliação de desejos e afetos, me dei conta do impossível, que é essa tal junção de fatos, casos e sentimentos. juntei pedaços dos passados, as conquistas e falhas. Percebi que eu nunca fui transformado, mas sempre fui o agente transformador. O que eu fiz? Apenas respirei fundo, olhei para trás e gritei: FODA-SE!

 Eu perdi o meu jeito. Perdi o meu caminho. Perdi tudo.

 O que eu tenho hoje não dá para reconstruir metade do que eu perdi. Tomei posse de todo o desespero latente de alguém que não temia nada, que não queria nada, que existia e nunca se permitiu o impossível. Tudo começou a queimar. O interno se revirava, o externo era vazio, logo tomava forma, espaço, mentalidade... estava vivo... vivo.


Era quente quando eu acordei naquele dia de primavera, mas eu sabia o que estava por vir. No banheiro daquela casa, lavei o rosto, fiz a barba, escovei os dentes e fui ao chuveiro. A água quente caia e derramara em mim todo o seu poder de limpeza. Em câmera lenta habitei um cúbiculo de potencial sublimação, era apenas torpor. Os pensamentos do meio invisível era tão poderoso e tão convincente que me fez perceber o quanto eu estivera errado, o vapor me mostrara como agir a partir dalí. Os quadros do subconciente eram explícitos e sua movimentação naquela porta de vidro era, assim, inconfundível.


Quando não se tem um ponto de restauração, qualquer dano é irrecuperação e devastador. Me dei conta que era tão simples liberar a fúria, leia-se desejo, de vivência. Foi um dos banhos mais restauradores da minha vida, perdendo apenas para aquele no qual eu quase morri depois de tanto bater e panhar em uma briga. Decidi depois disso, tudo eu deveria tomar como ponto de caos, era ou SIM ou NÃO, era AGORA ou NUNCA, 8 ou 80.

 Não se pode criar possibilidades, apenas seguí-las. Para seguir algo, deve-se primeiro saber onde se encontra. Estou em busca dessa tal possiblidade que me abriu os olhos, porém não tão inocente como antes, me tornando mais um na multidão que faz o caos.
 Posso deixar a luz um pouco, talvez nunca volte das trevas. Talvez me torne uma pessoa perversa, intragável e não mais inexorável, mas eu tenho que tentar, tenho que me agarrar a ponta de esperença no outro lado para poder finalmente dar um basta nesta coisa chamada turbilhamento de cobiça afetiva.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Panic at the Disco!


Panic! At The Disco é uma banda de rock dos Estados Unidos com influências teatrais, suas letras tratam de diversos assuntos. Formada em Las Vegas, Nevada em 2004. A canção mais famosa é "I Write Sins Not Tragedies", a qual foi premiada o VMA de Videoclipe do Ano em 2006. Nesta mesma premiação, em 2008, o clipe de "Nine In The Afternoon" foi indicado para concorrer como Melhor Vídeo Pop.

O terceiro álbum de estúdio da banda, e primeiro após a saída de Ryan Ross e Jon Walker, foi chamado Vices & Virtues e lançado em 22 de março de 2011, com produção de Butch Walker e John Feldmann. Seu primeiro single, "The Ballad of Mona Lisa", foi lançado em 1 de fevereiro do mesmo ano. Um trecho de 30 segundos da canção foi liberado em 17 de janeiro de 2011.No dia 02 de março de 2011, o segundo single,Ready to Go foi lançado.
No dia 22 de setembro de 2011, a banda divulga "Mercenary", canção a constar na trilha sonora do aclamado game Batman: Arkham City.

Eu ouço muito pouco, não é muito meu estilo essas coisas tipo mastigadas. Ouvir um disco deles é como ouvir Owl City, você até escuta ele todo, mas depois é quase impossível não misturar com outros estilos. Como se fosse só uma música sem fim. Segue o link do novo album:

http://www.fileserve.com/file/FHUWRWX

domingo, 2 de outubro de 2011

Blocked!


 A primasia e diversão de um acesso artístico (seja ele em pintura, literatura, escultura ou dramaturgia) é incrível. Quem recebe o sentimento e percebe a película da realidade se alterar se sente em êxtase. O ápice é tornar exporto a ideia ou sentimento adquirido pelo estalo criativo que ocorrera. Desventurado é o lado oposto ao acesso artístico, o bloqueado artisticamente é tido como um incapaz.
 Já que a produção criativa provém de emoções (nostalgia, raiva, tristeza e etc), o bloqueado tenta de todas as formas forçar pelo menos START.

START-  Para os leigos (que são todas as pessoas fora eu, pois é uma teoria criada, diagramada e internamente divulgada) Start é o princípio forçado, o estalo emergente, é o chute criativo de uma mente em branco.

 Todos as pessoas e artistas especificamente falando, possuem seu Start. Os mais experientes não se utilizam dele por sua interação ser implícita , já os mais jovens ou levianos, esquecem que possuem este artifício de ajuda súbita ou logo não sabem como utilizá-lo. Faz-se mister, geralmente, os pontos Start de cada artista é descrito como meio e não como agente. Ele pode se utilizar do Start e não consegui criar nada, isso é possível e recorrente.

START- É o meio no qual o artista revive seu ultimo momento criativo e/ou recria-se o mesmo ambiente/situação que o fez ou faz dar o estalo criativo.

Em alguns pode ser a ida à depressão, momentos com família, viagem as montanhas, uma briga com o melhor amigo, um sexo selvagem com a vizinha ou até um singelo café expresso na cafeteria do shopping local. Em sentido particular, meu ponto Start é uma bela volta na orla e observar o mar da terrinha onde nasci.

Objetividade Linguística


 Ser objetivo não é ser grosso, não é falar pouco.

 Ser objetivo é em poucas palavras: fazer uma síntese de ideias e expô-las de forma clara e precisa.
 Ou seja, eu não sou nada objetivo. Se tem uma pessoa que viaja nas ideias, divaga em sentidos, enrola em discurso, roda muito pra chegar ao ponto e no fim ainda é confuso, estamos falando sobre mim.
 Assim como eu prefiro escrever pouco para não fugir do tema e/ou errar na grafia em demasia (eu erro bastante por sinal; sou um jumentinho declarado), eu prefiro falar pouco.

 Quando eu me empolgo a falar é terrível, pois minha boca não acompanha a mente e além de que, eu mesmo me atropelo, gaguejo e paro para respirar. Eu me perco e esqueço o que estava dizendo/pensando. O treino das 10 palavras fora radical na minha vida, já que antes eu não falava nada e hoje eu tenho que me controlar (obrigado medicina ocidental).
 Entra estas e outras palavras, pense nisso e veja se você é objetivo.

Primavera - Verão; Flores - Corpão


Primavera chegou e com ela meu amor!

 Mas espera, a música não é assim... droga! Bem que ela poderia dar uma florzinha, digo forcinha.
 Acredita que eu nunca dei ou recebi flores? De nenhum tipo? Contando também com as de plástico, gravuras, pinturas... 0. Será que assim como as cartas, se eu começar a dar flores legais de presente eu receberei um dia? Na verdade eu tenho plena certeza que receberei flores. Quando eu morrer, obviamente, mas já é um lado... eu acho.

  

 Combinado com as flores, está a taxa de compromisso próprio para o próximo ano. Minhas graduação em ócio está acima da média mensal, e, embora  eu esteja gordo eu não consigo manter nenhuma dieta ou série de exercícios.
 Vai ser mais um verão de barriguinhas e peitos sarados sendo imaginados por mim na frente do espelho. O bom é que o meu meio não tem nada em que eu possa refletir ou gerar pressão, o que de uma forma é bom e ao mesmo tempo ruim. Não ter o exemplo tão próximo me deixa mais um ano tranquilo e disposto para tentar mais uma vez.

Em Outubro, Outro Gole


 Após as festividades de Junho, as férias de Agosto e feriados de Setembro, chega Outubro.
 Geralmente ele não oferece nada, é aquele mês que não há muita expectativa, mas sempre acontece algo revolucionário. Relembrando o mesmo mês no ano que passara, outubro marcou o início do verão (na realidade é primavera, mas como aqui só há duas estações, logo é verão). Incrível como, de fato, tudo ocorre como o previsto, nada de muito fenomenal.

 Setembro acabou e assim que acordei, me prontifiquei a verificar onde as garrafas de Ânimus & Euphoria estavam, essa bebida que está cada vez mais rara e com um preço muito alto. É uma tristeza saber que só tenho dois dedos na garrafa. Não sei se raciono, se deixo para depois ou se tomo de uma vez. Ainda tenho dois dedos, talvez uns três ou quatro goles. Sonolento continuo a caminhar, sem sede de êxito, tampouco copos para dividir. Ainda tenho dois dedos na garrafa.

Pequenas Grandes Conquistas

A pergunta era simples: Qual a grande conquista que você só conseguiu quando adulto? As pessoas respondiam coisas diferentes umas das o...